segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

1º Dia - Sete dores que não devem ser menosprezadas (DOR DE CABEÇA)


Elas avisam: algo está errado. Mas preferimos pensar que vão passar depressa a procurar um médico. É aí que muitas vezes damos de cara com o perigo. Saiba como escapar de um engano.

Levante a mão quem nunca se automedicou por causa de uma dor. É corriqueiro achar que ela é um mal passageiro, entupir-se de analgésico e esperar até ela se tornar insuportável para ir ao médico. Estudos indicam que 64% dos brasileiros tentam se livrar da sensação dolorosa sem procurar ajuda. Foi assim com a auxiliar de dentista Antônia Sueli Ferreira, 45 anos, de São Paulo. "Tomei muito remédio durante três meses por causa de cólicas fortíssimas e do que parecia ser uma lombalgia. Só depois fui ao médico. E então descobri que tinha um câncer colorretal. Tive de ser submetida às pressas a uma cirurgia. Por sorte, estou bem", conta. Segundo o cirurgião Heinz Konrad, do Centro para Tratamento da Dor Crônica, em São Paulo, "a dor é um mecanismo de proteção que avisa quando algo nocivo está acontecendo". A origem do malestar? Eis a questão — e, para ela, precisamos ter sempre uma resposta. "Na dúvida, toda dor precisa ser checada, ainda mais aquela que você nunca sentiu igual", aconselha o cardiologista Paulo Bezerra, do Hospital Santa Cruz, em Curitiba.

Aqui, selecionamos sete dores que você nunca deve ignorar, falaremos sobre uma por dia durante esta semana.

Dor de cabeça
 
 
 

Dos 10 aos 50 anos, ela geralmente é causada por alterações na visão ou nos hormônios — esta, mais comum entre as mulheres. E esses são justamente os casos em que a automedicação aumenta o tormento. "Isso porque, quando mal usado, o analgésico transforma uma dorzinha esporádica em diária", avisa o neurocirurgião José Oswaldo de Oliveira Júnior, chefe da Central da Dor do Hospital A.C. Camargo, em São Paulo. Acima dos 50 anos, as dores de cabeça merecem ainda mais atenção: é que podem estar relacionadas à hipertensão. 

Matéria retirada: Revista Saúde É Vital





quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

Theraband e seus benefícios.

Leve, prático para guardar e muito eficiente, o elástico pode ser usado como um instrumento muito eficiente para promover a melhora do condicionamento físico ao possibilitar a execução de uma série de movimentos que trabalham todos os grupos musculares, fortalecendo braços, abdome, glúteos e coxa.

Thera Band

O exercício com elástico trabalha com a musculatura pois, ao mesmo tempo em que exige força para puxar, é preciso também muita resistência para mantê-lo esticado.

“Dessa maneira, o treino com o elástico pode gerar alguns resultados obtidos com os exercícios de levantamento de peso como tonificar, aumentar a resistência e definir os músculos e também gerar benefícios para a coordenação motora”, afirma o professor de educação física e personal trainer Wener Rossini Bianco, 33 anos.

Intensidade

Ele explica que a intensidade dos exercícios e os seus resultados podem variar de acordo com o calibre do elástico. Quanto mais grosso, mais resistente e mais difícil será executar os movimentos. A dificuldade do exercício também poderá variar de acordo com o comprimento e o posicionamento do elástico em relação ao corpo. “Os iniciantes devem começar com elásticos de calibre mais fino e também devem buscar orientações com um profissional de educação física para que ele possa orientar corretamente sobre a postura e os movimentos, pois, mesmo se tratando de elásticos, os exercícios feitos de maneira errada ou em excesso, podem causar sérias lesões às fibras musculares”, alerta.

Outra grande vantagem do elástico é ser um material que não pesa quase nada, pode ser facilmente levado na bolsa e usado em qualquer lugar. Os elásticos também não custam muito caro e podem ser encontrados em lojas de materiais esportivos.

Elásticos se adaptam a qualquer necessidade do praticante


Ao proporcionar um exercício mais dinâmico e desafiador, os elásticos podem ser usados nos mais diferentes tipos de treinamentos e necessidades. Ao estimular a melhora da coordenação motora, pode ser um importante aliado nos treinamentos funcionais, mas também pode ter um papel muito importante nos exercícios de musculação e ginástica localizada, principalmente por auxiliar no fortalecimento e definição muscular. Mas há também quem use os elásticos como um recurso educativo para as mais diferentes modalidades como o boxe, artes marciais, tênis e futebol.

“Alguns alunos gostam de simular os movimentos de alguns esportes como boxe e tênis prendendo os pulsos a elásticos para aumentar a dificuldade. Outros jogadores prendem os elásticos à cintura para criar uma resistência às corridas”, diz o professor Wener.

No caso da administradora de empresas Juliana Vinholis Jábali, 33 anos, os elásticos servem como complemento dos treinamentos diários. A administradora divide os treinos entre exercícios de musculação, aulas de ginástica aeróbica e treinamento funcional e acredita que os elásticos possibilitam um treino bastante diferenciado.

“Exercitar os músculos com os elásticos é mais agradável do que com os aparelhos e mesmo assim exige muito esforço dos músculos. Sinto um trabalho intenso dos músculos enquanto faço os movimentos, além de trabalhar meu equilíbrio e coordenação motora”, diz Juliana.

Já a fisioterapeuta Luciana Penalber Vaz, 23 anos, exalta o uso do elástico para o fortalecimento dos grupos musculares. “A força aplicada ao puxar e esticar os elásticos estimula o fortalecimento das fibras musculares, assim como o levantamento de um peso, porém respeitando o limite não só dos músculos, mas das articulações. Por isso os elásticos também são muito usados na reabilitação de pacientes de fisioterapia”, conta Luciana.

Faixa Elástica Thera Band 
Matéria retirada: Conhecer é evoluir

sábado, 7 de julho de 2012

Conhece o BOSU?

Não muito conhecida, o BOSU da sigla "Both Sides Up" (ambos os lados para cima) é uma prática esportiva que possibilita o desenvolvimento das várias modalidades do fitness como as aeróbicas, musculares, alongamento e até o equilíbrio, com muita diversão.
Trata-se de uma semi-esfera de plástico inflável, parecido com uma bola cortada ao meio com 63 centímetros de diâmetro, que pesa aproximadamente 8 kg e suporta até 1.000 kg.
Este equipamento pode ser utilizado de duas formas: com a base apoiada no chão ou virada para cima (sendo esta posição de maior dificuldade).
Inventado nos Estados Unidos em 1999, ele possibilita que se façam inúmeros movimentos, como pular, correr, saltar, caminhar, fazer abdominais ou até movimentos de força e flexibilidade.
As posições trabalham com o alinhamento do eixo de gravidade. Promove o equilíbrio corporal, a consciência e ainda contribui na melhora da coordenação motora, aumenta a eficiência neuromuscular de músculos neutralizadores e estabilizadores.
A sua ação é tão grande que atletas profissionais como competidores de ski e snowboarding utilizam para melhorar seu desempenho.
Por ser um equipamento muito seguro permite que qualquer pessoa, independente do nível de atividade física, consiga resultados efetivos no treino de equilíbrio. É também um equipamento que desafia os mais experientes, o que possibilita a sua evolução.
Os principais benefícios do treinamento com o Bosu são:
Dicas Bosu
Há quem afirme que 10 abdominais feitas no Bosu correspondem a 42 abdominais sem o equipamento.
Se você está à procura de um trabalho de reabilitação, alongamento, coordenação ou um treino de resistência, o Bosu tem como finalidade atender a todas as necessidades individuais de cada pessoa em qualquer aula ou situação.
Abaixo alguns exercícios que podem ser realizados com o Bosu:
BOSU

Matéria retirada de: Corpo a corpo UOL  e Cyberdiet Terra

Step: um degrau que faz milagres


step

Se você frequenta academia, já deve ter visto (mesmo que de relance), uma aula de Step: um degrau onde o aluno sobe, desce, vira, pula.
Forma-se assim, uma coreografia em cima e ao redor deste degrau.
Esta é uma das aulas que ainda não saiu de moda. Isto porque, além de ser uma aula muito divertida, traz muitos efeitos benéficos ao seu praticante. As aulas possuem variações de passos, dependendo da criatividade do professor e que, aliada a som música, torna a aula muito animada.
Quem faz aulas de Step regularmente recebe os seguintes benefícios:
Você pode fazer aulas de Step de duas a três vezes por semana, caminhadas, bicicleta ou transport duas vezes por semana (em dias intercalados ao Step), musculação 3 vezes por semana e alongamentos antes e depois das atividades. Na verdade, isto é uma sugestão de treinos, sendo que você poderá mudá-lo a cada 2 meses.
Há três níveis de aulas, levando em conta a intensidade e dificuldade dos passos, onde você deverá se encaixar de acordo com o seu nível de condicionamento físico.
Se você é um candidato a esta atividade, cuidado com a postura. Veja abaixo, algumas dicas:
  • Mantenha a cabeça no prolongamento da coluna, olhando para frente;
  • Apóie todo o pé no Step, incluindo o calcanhar;
  • Não estenda totalmente os joelhos. Mantenha-os semiflexionados;
  • Mantenha-se perto do Step;
  • Tenha firmeza nos pés e onde pisa;
  • Cuidado para evitar entorses;
  • Cuidado com viradas bruscas;
  • Use um tênis com sistema de amortecimento;
  • Controle a freqüência cardíaca que deve estar entre 60% e 75% da F.C. máxima (220 - idade).
step
Matéria retirada de: Cyberdiet Terra

Queima calorias e turbina os músculos com exercícios no Mini Trampolim.

 

Algumas pessoas chamam de cama elástica outros de minitrampolim, na verdade o nome não importa, o que importa mesmo é que os exercícios realizados com esse equipamento trás vários benefícios a saúde e por ser um exercício aeróbico ajuda no condicionamento físico e sistema cardiorrespiratório. Mas é sempre bom lembrar que antes de iniciar qualquer atividade física devemos procurar um médico para saber se estamos com a saúde em dia.

Conheça 10 benefícios do minitrampolim:

1. Não ocupa espaço. Com circunferência média de 92cm e altura de 20cm é fácil de guardar e ainda existem versões dobráveis o que facilita ainda mais.

2. Corpo durinho. Os movimentos realizados são ótimos para tonificar a musculatura dos membros inferiores (glúteos, coxas e panturrilhas).

3. Evita lesões. Fortalecendo a região do quadril que está ligada diretamente a proteção dos joelhos e tornozelos, assim como ajuda numa melhor estabilidade do corpo.

4. Barriga durinha. Devido ao grande esforço no abdômen, a região do core – músculos abdominais, dorsais e do quadril – é muito trabalhada.

5. Aumento da coordenação motora.

6. Combate à celulite – melhora a circulação sanguínea e sistema linfático.

7. Fortalecimento dos tecidos ósseos - prevenindo a osteoporose.

8. Qualquer pessoa pode praticar.

9. Equipamento barato se comparado com outros produtos. Ex. Esteira Residencial ou Bicicleta Ergométrica.

10. Atividade divertida, sem monotonia.

Fonte: Corpo a corpo